17/04/2015

AUDIÊNCIAS | Quinta-feira, 16 de Abril de 2015

"Dança com as Estrelas" | Sondagem #5

O cantor Leandro disse adeus à competição do "Dança Com As Estrelas". Os seis finalistas regressam no próximo domingo para mais uma noite de dança. Qual é o seu par favorito? Participe nesta Sondagem!

A pista de dança da TVI volta a receber os famosos e seus respectivos pares numa noite que promete muita dança. A escolha, como sempre, caberá aos portugueses e aos jurados, mas a decisão final caberá inteiramente aos telespectadores.

Nesta quinta sondagem do "Dança Com As Estrelas" avaliamos a sua opinião sobre a expulsão de Leandro e sondamos novamente o seu par favorito ainda em jogo. Contamos com o seu voto, participe!

"Ídolos VI" | Sondagem #2

O "Ídolos" regressou à antena da SIC no passado domingo e com ele chegaram os novos talentos e também os novos "cromos" de Portugal. Acompanhou a primeira emissão? O que achou desta estreia? Participe nesta sondagem. 

Foi na cidade do Porto que arrancaram os primeiros castings da sexta temporada do "Ídolos". Na primeira emissão do programa João Manzarra estreou-se a solo na apresentação do formato, e pudemos ver pela primeira vez em acção o renovado painel de jurados composto por Maria João Bastos, Paulo Ventura e Pedro Boucherie Mendes.

Nesta segunda sondagem dedicada ao talent-show da SIC queremos saber o balanço que faz desta estreia e como classifica o trabalho da FremantleMedia Portugal, produtora do programa. Contamos com o seu voto, participe!

16/04/2015

AUDIÊNCIAS | Quarta-feira, 15 de Abril de 2015

AUDIÊNCIAS | Terça-feira, 14 de Abril de 2015

14/04/2015

AUDIÊNCIAS | Segunda-feira, 13 de Abril de 2015

13/04/2015

"Ídolos VI" | a análise #1 (ESTREIA)

O "Ídolos" está de volta à antena da SIC depois de três anos de ausência. E foi na Alfândega do Porto que arrancou a busca pelo novo Ídolo de Portugal. Sejam bem-vindos à primeira análise desta sexta temporada do talent-show.

O "Ídolos" regressou ao pequeno ecrã com uma filmagem, realização, edição e montagem muitíssimo bem conseguidas. A modernização do conceito das audições - conseguida, entre outros, através da reforma das salas de espera e de casting ou da introdução da sala de maquilhagem - resultou num produto televisivo de inegável qualidade, num trabalho de excelência da FremantleMedia Portugal.

É visível o know-how que a produtora liderada por Frederico Ferreira de Almeida tem adquirido nos últimos tempos (cite-se, como exemplo, o trabalho desenvolvido na segunda temporada do "Factor X" ou no "Got Talent Portugal") e na estreia da sexta temporada do "Ídolos" tal não foi excepção. A grande qualidade técnica acima referida saiu reforçada com a inclusão de novos oráculos e a apresentação de uma modernizada ficha técnica, bem ao estilo americano.

No entanto, lamentamos que uma tão notória e bem-sucedida renovação gráfica não tenha sido acompanhada pela estreia de um novo genérico. A abertura em questão, que destoa do novo visual do programa em todos os sentidos, é utilizada em Portugal desde 2009, e numa altura em que praticamente todos os países já a dispensaram seria de esperar que por cá também o tivessem feito (e o "American Idol" dispõe de genéricos tão mais recentes e modernos que se poderiam facilmente adaptar).

O "golden ticket", que à semelhança do formato americano veio substituir o velhinho "papel amarelo", foi o protagonista de uma original abertura que teve nos jurados e apresentador os actores principais. E foi na invicta cidade do Porto, mais concretamente no Centro de Congressos da Alfândega, que arrancou a busca pelo novo Ídolo de Portugal.
Pela primeira vez na história do formato em Portugal, e numa tentativa de aproximação à versão americana, a condução foi entregue a um só apresentador e o painel de jurados reduzido a apenas três elementos. Como seria de esperar, João Manzarra (habituado a estas andanças ao lado de Cláudia Vieira) mostrou-se perfeitamente capaz de o fazer a solo. E também o painel de jurados composto por Maria João Bastos, Paulo Ventura e Pedro Boucerie Mendes surpreendeu pela positiva, com destaque para o desempenho do também mentor do "Factor X".

Face a uma produção quase irrepreensível, o ponto mais negativo desta estreia passou pelos candidatos apresentados, um provável reflexo de um mau pré-casting que começa a ser recorrente nas últimas temporadas do "Ídolos". Faltou talento, faltou carisma, faltaram grandes vozes. O que não faltou foram os tradicionais "cromos". Antes pelo contrário, até os houve em excesso. E chegou mesmo a ser abusiva a quantidade de pré-castings exibidos nesta estreia.

Sabemos que esta fase do formato vive muito dos momentos de humor, mas os vários "cromos" que a produção propositadamente apresentou ao júri eram por si só suficientes e não havia necessidade desta exibição massiva de pré-castings. Isto para não falar da discrepância visual entre as duas fases, que só mesmo os mais distraídos não terão assimilado. Ter-se-á a produção concentrado somente nas questões técnicas e esquecido o talento? Esperamos que não, e cá estaremos nos próximos programas para o verificar.

Terminamos esta análise com uma chamada de atenção para os responsáveis da SIC. É absolutamente inqualificável que um programa totalmente captado em 16:9 seja transmitido num ecrã 4:3, com as tão indesejáveis barras pretas. Esta situação já não é de agora, mas ganha outros contornos quando recentemente o canal em questão passou a emitir alguns programas no formato 16:9, curiosamente todos remetidos para o horário late night (será de estranhar, não?). Há quem lhe chame casmurrice - não poderíamos estar mais de acordo.

 
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