domingo, 13 de abril de 2014

"The Voice Portugal" em análise #3

Domingo à noite é dia de “The Voice Portugal”. Com a terceira emissão de Provas Cegas, e por entre a música, o espetáculo, o entretenimento e até a aplicação que apela à veia de jogador, a RTP1 reuniu os ingrediente necessários para mais um serão bem passado no conforto do sofá!


"Não há duas sem três", costuma dizer-se, e o "The Voice Portugal", no seu terceiro programa, voltou a não desiludir. E, pelo "andar da carruagem", pode até dizer-se que nunca o fará - antes pelo contrário, promete surpreender mais e mais a cada emissão. Importa reiterar, uma vez mais, que este é um programa ideal para um serão de domingo e uma das melhores apostas da RTP1 nos últimos tempos.

O talento, esse, foi muito. E das Provas Cegas até agora visionadas, arriscamo-nos a dizer que foi a melhor no que aos concorrentes diz respeito. Esta qualidade musical, aliada à edição e realização irrepreensíveis (que em análises anteriores já elogiamos), só podiam dar origem a um excelente programa de televisão, rótulo que, aliás, não é de agora.

Destaca-se, também, a humanidade dos apresentadores, nomeadamente a envolvência de Catarina Furtado com as histórias dos concorrentes e com os seus problemas e aspirações. Deste lado, é bom sentir que, sem cair em exageros, se consegue ser humano, isto, claro, sem esquecer o mais importante do programa: o talento, a voz!

A relação entre os mentores está melhor do que nunca. Chega a ser hilariante assistir às suas quase brigas e às canções que vão dedicando entre si, e é interessante observar o sentimento competitivo que emerge daquelas cadeiras, sem perderem a boa-disposição que tão bem os caracteriza. E foram muitos os momentos divertidos que proporcionaram e boas as gargalhadas que fizeram soltar. Elogios à parte, fica uma nota negativa para o guarda-roupa. A indumentária dos mentores, ao longo destas três emissões, parece não ter mudado, e no caso de Marisa Liz, que talvez por ser mulher está mais exposta neste sentido, não restam dúvidas que a roupa é a mesma. Sabemos que, tratando-se de uma fase gravada, as provas até agora emitidas foram gravadas no mesmo dia. Mas a verdade é que estes pormenores - numa produção que, de resto, tem sido exemplar - não deviam escapar. E, embora possam pensar o contrário, o público apercebe-se deles.

A formação das equipas, ponto alto desta fase, continua a todo o gás e Marisa Liz segue na frente da corrida. Mas Mickael Carreira está próximo, e Anselmo Ralph e Rui Reininho, que por agora parecem ser os mais reservados a carregar no botão, podem ainda surpreender nas próximas emissões das Provas Cegas.

MICKAEL CARREIRA
Renata Gonçalves
Diniz Coutinho
Carlos Costa
Bernardo Nunes
André Carneiro
                Nuno Ribeiro                
Mário Pedrosa
Sandra e Rui
Mariana Bandhold
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MARISA LIZ
Anouska Romão
Inês Lucas
Miguel Monteiro
Nádia Marques
Maria Constança Moreira
         Gabriela Marramaque         
Mariana Morais
Bruno Vieira
João Alves
Inês Góis
Renato Morais
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ANSELMO RALPH
Constança Gonçalves
Pedro Garcia
João Parreira
Sofia Fortuna
Leonor Andrade
Rita Seidi
Jéssica Cipriano
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RUI REININHO
Alexndre Casimiro
Benedita Gonçalves
Gabriela Pina
Fábio de Sousa
Diogo Lestre
Pablo Oliveira
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Apesar dos elogios que, desde o seu começo, temos tecido a este programa, não podemos terminar esta análise sem manifestar uma inquietação. É que, a julgar pelo que sucedeu com um outro formato da concorrência (que aqui também analisamos), a fase dos directos pode deitar tudo a perder. Ainda assim, e por enquanto, queremos acreditar que nas fases que se avizinham (de forma particular nas galas ao vivo) a qualidade do "The Voice Portugal" não vai diminuir. Voltamos na próxima semana com mais uma análise detalhada do formato produzido para a RTP pela Shine Iberia Portugal.

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