segunda-feira, 3 de agosto de 2015

"Ídolos VI" | a análise #16 (Gala 7)

Carolina Bernardo, a concorrente mais jovem a concurso, disse adeus ao "Ídolos". A sétima gala ficou ainda marcada pelo arranque das actuações duplas, numa noite em que a escolha dos temas não coube aos concorrentes.


Na última emissão do "Ídolos" os seis finalistas foram pela primeira vez desafiados a interpretar temas musicais cuja escolha não foi da sua responsabilidade. Por detrás da selecção musical da noite estiveram os ouvintes da RFM e o painel de jurados do programa, composto por Pedro Boucherie Mendes, Maria João Bastos e Paulo Ventura.

João Manzarra já nos habituou a serões bem passados na sua companhia; e quando achamos que já nos mostrou tudo, eis que nos volta a surpreender com uma entrada em grande na emissão e com a interpretação de um rap original que dedicou aos jurados. Dois grandes momentos de televisão que abriram da melhor forma a sétima gala do talent show.

A produção da FremantleMedia Portugal continua a afirmar-se de gala para gala, e no decorrer das várias interpretações o espetáculo montado tem sido de grande qualidade, com montagens cénicas que chegam mesmo a ultrapassar as da segunda temporada do "Factor X".

A competição musical esteve mais forte do que nunca. Os concorrentes saíram da sua zona de conforto e foram desafiados a dobrar. Numa altura em que a final de aproxima, arrancamos também com um novo modelo de análise, em que nos debruçaremos individualmente sobre as prestações de cada finalista, avaliando-as numa escala de 10 valores.

LUÍS TRAVASSOS (4/10) >>  A expectativa para o desempenho do Luís nesta gala era muita até porque, como bem sabemos, foi a primeira grande oportunidade para se apresentar num registo diferente. No tema escolhido pelos ouvintes da RFM - Às Vezes, dos D.A.M.A - a sua interpretação foi francamente má, bem ao contrário do que foi dito pelos jurados (que nos leva a perguntar se terão ouvido o mesmo que nós). De facto, de gala para gala, são cada vez mais evidentes as suas limitações enquanto intérprete e bastou afastar-se do seu registo para se espalhar ao comprido.  
O segundo tema, La Tortura de Shakira e Alejandro Sanz, que era suposto ser um desafio lançado pelos jurados, acabou por ser uma "oferta de mão beijada". O Luís aproveitou a semelhança do seu timbre com o do cantor e facilmente tomou como sua a canção. Apesar disso, foi bastante notório que, por diversas vezes, a sua voz foi completamente abafada pela banda.  
 CAROLINA BERNARDO (2/10) >>  Não pode valer tudo para agradar aos concorrentes e numa fase já avançada do programa as "palmadinhas" de conforto não podem acontecer. O trabalho da Carolina em Habits (Stay High) de Tove Lo foi manifestamente mau e faltou uma avaliação objectiva da parte dos jurados: a interpretação foi desafinada, a performance aborrecida e a expressão facial chegou a roçar o frete. E esta, note-se, facilmente podia ter sido uma grande actuação, assim tivesse sido aproveitada pela concorrente.  
Em português no tema escolhido pelos jurados - Primavera dos The Gift - a concorrente melhorou substancialmente em relação à primeira interpretação mas, no entanto, esteve a anos-luz do que seria esperado. E o ar de sofrimento e desespero com que continua a terminar as canções deita por terra todo e qualquer bom trabalho que tenha feito. A par de Luís Travassos, teve as piores actuações da noite.  
 SARA MARTINS (7/10) >>  Com Love Me Like You Do, de Ellie Goulding, a Sara cumpriu o que lhe foi exigido. Fez uma boa actuação, é certo, mas que não passou disso, e esteve bem longe das interpretações extraordinárias que já apresentou. O que teve de bom na parte técnica faltou na parte emotiva, situação que tem sido recorrente nas últimas semanas. Talvez as luzes da ribalta estejam a afectar a sua personalidade em palco, o que é uma pena.   
Na versão de Christina Aguilera do tema de Etta James Something’s Got A Hold On Me, a Sara protagonizou um dos melhores momentos desta temporada do talent show. Soube aproveitar uma canção muitíssimo exigente proposta pelos jurados e deu corpo, alma e voz a uma performance de excelência. Contudo, e pondo uma vez mais de parte as questões técnicas, a concorrente continua a perder pela sua atitude menos humilde em palco.  
 JOÃO COUTO (9/10) >>  Com Nothing Really Matthers de Mr. Probz o João Couto assinou um dos grandes momentos da noite. Partindo de um tema banal, que de resto não se prestava a grandes espetáculos, o concorrente apresentou uma óptima interpretação vocal, numa excelente performance em palco acompanhada de uma genial encenação. O sentimento foi a palavra de ordem neste que foi um grande momento de televisão.  
O nível manteve-se na segunda actuação, ainda que num registo completamente distinto do que seria esperado. Os jurados quiseram testar até que ponto o jovem era capaz de surpreender com Blurred Lines de Robin Thicke. Com a versatilidade a que já nos habituou, o João usou da sua inteligência enquanto músico e, sem cair na tentação de replicar os falsetes do intérprete original, superou sem grande esforço o desafio, mostrando uma vez mais que é um caso sério neste concurso. Não o escondemos: o talento, a simpatia, a humildade e, acima de tudo, a genuinidade que apresenta a cada semana fazem do João um dos nossos favoritos à vitória final.  
 RITA NASCIMENTO (8/10) >>  Foi talvez a concorrente que mais saiu prejudicada com o tema escolhido pelos ouvintes da RFM. Com Blank Space de Taylor Swift, a Rita cumpriu o que lhe era exigido mas o tema não permitiu que brilhasse. Apesar disso, soube aproveitar a oportunidade para voltar a crescer em palco. E estamos totalmente de acordo com Pedro Boucherie quando referiu que, a cada semana, está "mais pop, no bom sentido da palavra": mais solta, mais artista, sem descorar o seu lado de cantora e intérprete.  
Everybody Hurts foi o tema escolhido pelos jurados - e que grande tema! Lado a lado com as vozes dos Shout, a concorrente apresentou no palco do "Ídolos" uma versão diferente do tema dos R.E.M. e cuja roupagem nos enviou de imediato para o mundo do gospel. Foi sem dúvida um dos grandes momentos da noite, onde a concorrente mostrou uma vez mais o seu enorme poder vocal. A par do João Couto, a Rita é uma das nossas favoritas, e só lamentamos que, na votação dos portugueses, tal não se tenha manifestado.  
 PAULO SOUSA (7/10) >>  Earned It, dos The Weekend, foi sem dúvida a canção mais difícil da primeira ronda de actuações. E o que tinha tudo para ser um desastre o Paulo Sousa soube transformar numa das melhores interpretações da primeira ronda. E com a Somebody To Love dos Queen a história não foi diferente: o concorrente cumpriu na perfeição o desafio lançado pelos jurados, voltando a apresentar uma óptima actuação.  
Dos finalistas a concurso, o Paulo é quem melhor sabe o que resulta e não resulta neste tipo de programas (ou não fosse ele repetente nestas andanças). E trabalha para isso semana após semana, ninguém o pode negar, mas continua a apresentar actuações demasiado preparadas sem aquele toque de emotividade e sinceridade que é esperado. E peca, à semelhança da Sara Martins, pela postura menos verdadeira que apresenta em palco, nomeadamente no final das actuações e durante as avaliações dos jurados.

No final das actuações, João Manzarra recebeu no palco do "Ídolos" os Natiruts. Estes embaixadores do reggae brasileiro interpretaram o tema Sorri, Sou Rei, enchendo de boas vibrações o público no estúdio e em casa.

A votação dos portugueses colocou a Rita Nascimento, o Luís Travassos e a Carolina Bernardo em risco - um bottom three esperado, embora questionemos a presença de Rita. Mas foi a Carolina quem disse adeus à competição, numa decisão justa dos telespectadores portugueses.


Para a concorrente mais nova a concurso chegou ao fim a aventura no "Ídolos". Com apenas 15 anos, Carolina Bernardo leva para casa um honroso sexto lugar, na certeza de que terá ainda muito por onde crescer na música - porque talento, ninguém lho tira.

Está assim conhecido o TOP 5 do programa da SIC. Luís, Sara, João, Rita ou Paulo? Quem será o novo Ídolo de Portugal? A grande final aproxima-se e resposta a esta pergunta será conhecida muito em breve.

8 comentários:

  1. Bom dia,
    É inacreditável, como um blog, que se diz propor analisar a televisão, o espetáculo e a qualidade do que se apresenta. comenta a prestação de concorrentes, com a suposta falta de humildade.
    É notório, que na analise que faz à Sara Martins, você foi capaz de analisar e identificar, que ela foi espetacular nos dois momentos e apenas, porque tinha que criticar alguma coisa, para influenciar a leitura do seu Blog coloca a falta de Humildade como defeito da concorrente, quando deveria colocar crescendo de confiança (mas seria uma virtude e a pontuação seria 10/10).
    Deixe-me que lhe diga, que vejo o programa desde o início e o que consigo ver nesta concorrente, é que ela está a ganhar confiança de gala para gala, afinal ela foi convidada pelo programa a participar, porque não confiava nas suas capacidades.
    Também numa analise menos emotiva que a sua e menos imparcial, vejo que a concorrente em causa, tem sido o "motor" do programa, porque todos os outros concorrentes tentam seguir-lhe as ideias, ora seja a tentar dominar o palco (a dançar, a cantar e a dominar tudo que lhe rodeia), ora seja a colocar a alma quando canta sem rede apenas com "Sr. Canoa". Alguns dão-se bem, outros nem por isso.
    Não deve ser fácil, para todos os outros concorrentes, ter que alcançar performances ao nível das da Sara Martins, não seria para os profissionais, quanto mais para os outros concorrentes.
    Sejamos sérios nas analises e não tentemos influenciar o publico que lê blogs ditos de qualidade e imparciais, com razões que nada têm a ver com o espetáculo em si mas gostos pessoais.

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    1. Boa tarde.

      Recebemos o seu comentário que mereceu a nossa melhor atenção. Ainda assim, não podemos tolerar que nos acuse de falta de seriedade nesta e noutras análises ao programa "Ídolos". Se há coisa que muito nos orgulha é o facto de, ao longo destes 5 anos de actividade, sempre termos primado pela seriedade.

      Terá oportunidade de constatar (assim tenha vontade) que no nosso blog produzimos vários tipos de conteúdos: notícias, infográficos, vídeos, opiniões, críticas, análises, entre muitos outros - todos com estruturas e obrigações distintas. E todos surgem devidamente identificados e assinados. Assumimos, por isso, as responsabilidades do que escrevemos - ao contrário do caro "Unknown" que se esconde atrás do anonimato.

      Como o próprio nome indica, as análises ao programa "Ídolos" não apresentam uma estrutura noticiosa; tratam-se, sim, de análises críticas, onde nada nos impede de manifestar opiniões, gostos e preferências. Sempre o fizemos para os mais diversos programas de televisão, e continuaremos a fazê-lo para esta sexta temporada do programa da SIC.

      Se este programa procura um Ídolo - alguém que deve cativar o público por mil e uma razões que não apenas o talento ou a técnica - é natural que certos concorrentes nos cativem mais do que outros. Afinal, gostos não se discutem. E esperamos, sinceramente, que sempre se manifestem muitas e saudáveis opiniões (veja-se a sua, tão diferente da nossa). Só faz sentido que assim seja!

      Para concluir, gostaríamos de esclarecer que as críticas por nós deixadas não têm a intenção de atacar directamente nenhum concorrente nem menosprezar as suas qualidades musicais. A concorrente em questão (que serve de mote à sua revolta), é dona de um talento extraordinário ao qual nunca fechamos os olhos. Mas, como já dissemos anteriormente, as nossas avaliações são feitas consoante aquilo que os candidatos nos transmitem e os sentimentos que em nós despertam. E quanto a isso, não podemos fugir.

      Esperamos tê-lo esclarecido.
      Continue a visitar-nos e a manifestar a sua opinião.

      Cumprimentos,
      a administração do OLHAR A TELEVISÃO

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    2. Bom dia,
      É de muito agrado que vejo que colocara na integra, a resposta que vos dei, o que mostra a vossa seriedade.

      Por conhecer e admirar o vosso trabalho, quase desde o inicio e ter reconhecido até agora, o altíssimo nível de se manterem à margem de favorecimentos de terceiros e de não influenciar os vossos leitores, apenas opinando sobre os temas, opiniões que por vezes também discordei, mas como não eram ataques à pessoa, mas as qualidades que apresentava, nunca respondi a um vosso texto.

      No entanto, não posso deixar de salientar, no terceiro paragrafo da vossa resposta, tal como eu disse, nas entre linhas da minha primeira resposta, que por trás do vosso primeiro texto, existe uma tentativa, de favorecer os vossos candidatos preferidos. O que é compreensível afinal amigos ou preferências quem não têm.
      Apenas discordo da técnica, que vocês usaram, ao invés de enaltecer as qualidades dos vossos concorrentes preferidos, tentam fazer ataques pessoais a outros " Talvez as luzes da ribalta estejam a afectar a sua personalidade em palco, o que é uma pena. " ou "Contudo, e pondo uma vez mais de parte as questões técnicas, a concorrente continua a perder pela sua atitude menos humilde em palco. " se isto não é um ataque à pessoa, nem quero imaginar, o que vocês escreveriam numa cantiga de maldizer.

      Felizmente, que o publico têm demonstrado o contrario (inclusive as vossas sondagens), e votado nos candidatos que melhor performances apresentam em cima do palco.
      Salvo erro à duas semanas as vossas sondagens davam a Sara Martins como a favorita.
      Os comentários nas redes sociais são maioritariamente de apoio, e os que não são, atacam o mesmo ponto que vocês, a personalidade e nunca as capacidade técnicas e mesmo assim se percorremos a teia de amigos, das pessoas que proferem esses comentários, acabamos sempre por encontrar um concorrente,ou um grupo de apoio a um concorrente, ou seja têm interesses explicito em fazê-lo apesar de ser uma técnica igualmente repugnante.

      Não posso deixar salientar, o vosso ultimo paragrafo dar resposta, onde enaltecem a qualidades da concorrente Sara Martins, mas subtilmente remetem o leitor mais uma vez aos "sentimentos que em nós despertam", ou seja, as duas frases, que marcam a vossa avaliação que nada têm a ver com as qualidades, mas com uma suposta avaliação da personalidade.

      Por fim eu não me escondi atrás do "Unknown", apenas publiquei antes de me identificar.
      Se vocês têm tantos problemas com o "Unknown", deixo-vos uma sugestão peçam as pessoas para se identificar antes.

      Na esperança de este texto ser publicado para esclarecer os leitores,
      e esperando que vos ter esclarecido

      Atenciosamente,
      Bruno Faria

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    3. Caro Bruno Faria

      Agradecemos a sua resposta e ficamos muito gratos que seja um consumidor regular do nosso trabalho. Aparentemente não fomos claros o suficiente no primeiro comentário e, por essa razão, achamos por bem reforçar alguns pontos que não nos parecem ter ficado esclarecidos:

      1. Não existe nenhuma “tentativa de favorecer os nossos candidatos preferidos”, até porque o nosso blog é um espaço modesto e não temos (pelo menos ainda) capacidade para influenciar o público dessa forma. Limitámo-nos a manifestar a nossa opinião sobre os concorrentes - opinião essa que, como você mesmo reconhece, nem sempre reflecte a dos nossos leitores (basta ver os resultados das sondagens semanais). Além disso, espaços de análise como este são das poucas oportunidades que temos para manifestar as nossas escolhas e preferências enquanto telespectadores e membros do público e por isso continuarão a ser aproveitados por nós da melhor forma - sem procurar agradar ou prejudicar ninguém, apenas sendo sinceros com os nossos princípios.

      2. Nenhum dos concorrentes a concurso é nosso amigo, familiar ou conhecido. As nossas análises são assentes no trabalho que cada um vai desenvolvendo ao longo do programa e ao qual temos acesso apenas através da televisão. E sim, a imagem televisiva conta, não sejamos hipócritas. Afinal, mais do que um caça-talentos o “Ídolos” é um programa de televisão. E por imagem entenda-se não só a beleza estética mas também (e principalmente) a beleza emocional, a envolvência das interpretações, a empatia criada com o público. Como qualquer pessoa, não escolhemos os concorrentes que mais nos agradam - simplesmente gostamos, e pronto, e muitas vezes graças a pequenas coisas que nem sempre conseguimos explicar. Mas nunca fechamos os olhos ao talento e à técnica, sejam os nossos favoritos ou não - e isso, você mesmo referiu.

      3. É muitíssimo injusto que afirme que, por detrás das nossas palavras e textos, exista uma técnica camuflada de análise que procura "enaltecer as qualidades dos nossos concorrentes preferidos” enquanto fazemos "ataques pessoais a outros”. Como já dissemos anteriormente, apenas analisamos aquilo que os concorrentes nos transmitem enquanto artistas (seja bom ou mau), e nunca, rigorosamente nunca, levamos a cabo ofensas pessoais. Quando dizemos que a personalidade de um concorrente em palco não nos convence, é porque não convence mesmo. Não podemos fugir às nossas opiniões, independentemente das qualidades técnicas que estejam envolvidas. E convenhamos, um artista não se mede só pela técnica, caso contrário em temporadas anteriores deste mesmo formato os vencedores teriam sido certamente outros. Há (ou pelo menos devia haver) muito mais a encontrar num artista. E a personalidade é indubitavelmente um dos factores principais.

      Agradecemos, uma vez mais, a sua participação e esperamos desta feita ter sido esclarecedores.
      Continue a acompanhar o nosso trabalho.

      Cumprimentos,
      a administração do OLHAR A TELEVISÃO

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    4. Caríssimos,
      Eu vou contrapor pela ultima vez a vossa analise, ao meu texto e aquilo que para mim passa, na televisão, utilizando para isso também eu este vosso espaço publico.

      1 - Eu não afirmei que nenhum dos concorrentes, era vosso familiar ou amigo, apenas disse que vocês têm os vosso preferidos, bem definidos, onde os colocam quase num pedestal, isto está latente na vossa avaliação, onde dizem "Foi talvez a concorrente que mais saiu prejudicada com o tema escolhido pelos ouvintes da RFM" e em "Com Nothing Really Matthers de Mr. Probz o João Couto assinou um dos grandes momentos da noite. Partindo de um tema banal, que de resto não se prestava a grandes espetáculos, o concorrente apresentou uma óptima interpretação vocal, numa excelente performance em palco acompanhada de uma genial encenação. O sentimento foi a palavra de ordem neste que foi um grande momento de televisão.", vincando mais ainda "A par do João Couto, a Rita é uma das nossas favoritas, e só lamentamos que, na votação dos portugueses, tal não se tenha manifestado."
      Isto para mim é opinar com qualidade mesmo que seja com o coração.

      2 - Mas, para vocês isso não chega o e para tal necessitam de tentar, de alguma forma denegrir, a imagem dos concorrentes que mais frente, vocês acham que podem fazer aos vosso favoritos e na vossa avaliação, a concorrente Sara Martins é um alvo constante, não só na avaliação que fazem à mesma com estas frases "O que teve de bom na parte técnica faltou na parte emotiva, situação que tem sido recorrente nas últimas semanas. Talvez as luzes da ribalta estejam a afectar a sua personalidade em palco, o que é uma pena." e "Contudo, e pondo uma vez mais de parte as questões técnicas, a concorrente continua a perder pela sua atitude menos humilde em palco", como na avaliação que fizeram ao Paulo Sousa, "mas continua a apresentar actuações demasiado preparadas sem aquele toque de emotividade e sinceridade que é esperado. E peca, à semelhança da Sara Martins, pela postura menos verdadeira que apresenta em palco, nomeadamente no final das actuações e durante as avaliações dos jurados.".
      Se isto não é um ataque cerrado, eu não sei o que será então.

      3 - Ao que parece vocês estão a esquecer-se do Grande Carisma do Luís Travassos que pode já amanhã enviar qualquer um dos outros concorrentes para fora do programa, ele não carta é fora baralho.
      Ao contrario do que dizem ele têm muita alma e coração e o povo gosta disso.

      3 - Quanto à hipocrisia não a utilizem vocês porque uma analise rápida ao nível de votações que vão tendo, sabem que o vosso blog tem muitos seguidores, que até podem se deixar influenciar.

      4 - Já agora, ponham a ai os vossas mentes brilhantes a funcionar e façam uma matéria, sobre quem é e o que andam a fazer os ex-vencedores dos ídolos, e os que vocês acham que deveriam ter ganho por outra terem personalidade diferente o que fazem.


      Sem outro assunto de momento,
      Bruno Faria

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    5. Caro Bruno Faria

      "Para bom entendedor meia palavra basta", costuma dizer-se. Não podíamos estar mais de acordo com este ditado popular. Se há alguém a fazer segundas leituras do texto não somos nós. E também não somos nós quem está a denegrir a imagem de quem quer que seja - bem pelo contrário, estamos a ser alvo de acusações completamente injustificadas por parte de alguém que se recusa a aceitar uma opinião contrária. "O pior cego é que não quer ver", diz outro ditado, e enquadra-se perfeitamente nesta situação.

      Feliz ou infelizmente não faz parte dos nossos princípios entrar em "bate-bocas" e discussões sem fundamento. E, por isso, damos por esse encerrado este assunto, esperando que desse lado continue a acompanhar o trabalho destas "mentes-brilhantes" - um elogio que muito nos orgulhou.

      Cumprimentos,
      OLHAR A TELEVISÃO

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  2. Parece que só atancando a personalidade dos concorrentes é que este blog consegue ter alguém a comentar os seus posts.

    "(...), a concorrente continua a perder pela sua atitude menos humilde em palco." A perder o quê, exactamente? Não a vejo a perder apoio do público, popularidade ou qualidade nas suas actuações, por isso não sei do que estão a falar. Essa mania de atacar a suposta falta de humildade de concorrentes de reality shows é própria de mentalidades pequeninas, aquelas que só valorizam os coitadinhos que se choram o programa todo e precisam que lhes estejam sempre a passar a mão no ego. Ela não precisa, é boa no que faz e sabe que é boa, sem nunca se mostrar arrogante, ao contrário do que querem fazer parecer. E não, não sou amiga nem familiar nem a conheço de lado nenhum, apenas acompanho programas de talento há tempo suficiente para estar farta da conversa da humildade e dos coitadinhos. Confiança não é necessariamente arrogância.

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    1. Cara Rita:

      Num anterior comentário havíamos afirmado que, para nós, esta discussão estaria encerrada (até porque é bem claro o que aqui está a acontecer). Ainda assim, e porque o direito de resposta nos assiste, não podemos aceitar aquilo de que nos acusa e asseguramos-lhe com toda a certeza que nunca, rigorosamente nunca, necessitámos de "atacar" ninguém para conseguir fosse o que fosse. Polémicas, intrigas e o chamado "cor-de-rosa" nunca tiveram nem hão-de ter espaço no OLHAR A TELEVISÃO - facto que muito nos orgulha e até nos distingue dos demais blogs e sites sobre a actualidade televisiva.

      Nesta rubrica de análise do programa "Ídolos" limitámo-nos a manifestar a nossa opinião enquanto telespectadores - afinal, vivemos num país livre! Já o fizemos para os mais variados programas de tv, para diversos filmes de cinema, e esta sexta temporada do talent-show não foge à regra Será que não temos direito a manifestar os nossos gostos, como qualquer outra pessoa? Gostos não se discutem, que os haja em abundância, assim como as opiniões!

      Nunca ofendemos ninguém, nunca maltratamos ninguém, apenas manifestamos uma mera opinião pessoal baseada naquilo que os concorrentes fazem EM PALCO - afinal, não os conhecemos em nenhuma outra circunstância. E é também por essa razão que esta estrutura de análise individual só arrancou nesta recta final do programa, porque já acompanhámos os finalistas ao longo de um interessante percurso e já os conhecemos um pouco melhor (enquanto artistas, claro está!).

      Quando aqui dissemos que a concorrente em questão - que, voltamos a reforçar, é dona de um talento extraordinário - começou a perder, estávamos a referir-nos tão somente aos nossos rankings pessoais, até porque continua a ser uma das favoritas do público (um facto que é incontestável). Se tiver oportunidade de consultar todas as análises a este programa, irá com certeza verificar que desde sempre elogiámos a Sara e que já foi inclusivamente uma das nossas favoritas. Essa tendência tem-se vindo a alterar porque, tal como é referido nesta análise (e cuja expressão parece ter ferido susceptibilidades), a sua postura nos tem vindo a desapontar, "o que é uma pena"! (palavras nossas, que pode também encontrar nesta mesma análise).

      Para terminar, não podíamos estar mais de acordo consigo quando constata a tendência portuguesa de valorizar "coitadinhos que choram o programa todo e precisam que lhes estejam sempre a passar a mão no ego". Sempre fomos totalmente contra este tipo de postura quer em reality quer em talent shows. E nunca apoiamos a vertente dramática que muitos vezes é excessivamente explorada pelos canais de televisão. De facto, a "confiança não é necessariamente arrogância". Mas vamos ser francos: a humildade e a simplicidade nunca fizeram mal a ninguém!

      Agradecemos o seu comentário e esperamos que continue a visitar-nos!

      Cumprimentos,
      OLHAR A TELEVISÃO

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