sexta-feira, 8 de abril de 2016

"Got Talent Portugal" em análise #2.9 | GALA 4

Sangre Ibérico e António Ledo são os finalistas apurados na quarta semifinal do Got Talent Portugal, uma escolha que coube inteiramente ao público pela primeira vez.

Numa gala fortíssima a vários níveis, ressalta desde logo o trabalho criativo da produção. Isto não significa que, em emissões anteriores, este trabalho tenha sido mau - até porque ao longo das últimas semanas as palavras aqui redigidas têm relatado precisamente o contrário - mas na quarta gala esta equipa foi mais longe, fez mais, fez melhor, e em praticamente todas as actuações proporcionou aos concorrentes as condições para um bom espectáculo televisivo - um espectáculo que, de resto, foi real para os telespectadores.

Grande parte deste mérito, convém não esquecer, deve ser endereçado aos oito semifinalistas que subiram ao palco. Este é, de facto, o grupo mais equilibrado de concorrentes nas quatro galas já exibidas e o inegável talento de todos eles, o esforço visível que colocaram nas suas actuações e o bom trabalho já referido da equipa criativa culminaram em oito interpretações muitíssimo bem-conseguidas. É, por isso, ingrata a escolha dos melhores e dos menos bons, mas atentemos nos pormenores e olhemos para aqueles que se destacaram pela positiva e pela negativa ao nível do talento, do espectáculo e da produção:

Os melhores da noite em ...
... talento
Sangre Ibérico (rever)
RUMBA FLAMENCA
... espectáculo
Hélio Fernandes (rever)
POLE DANCE
... produção
Guitardrums (rever)
ORQUESTRA DE GUITARRAS
Os piores da noite em ...
... talento
Mini Feel It (rever)
DANÇA
... espectáculo
Rodrigo Viegas (rever)
PATINAGEM ARTÍSTICA
... produção
Rodrigo Viegas (rever)
PATINAGEM ARTÍSTICA
A gala prosseguiu com uma dupla de apresentadores mais activa do que nunca - hiperactivo será mesmo o termo indicado para definir a prestação do parceiro de Vanessa Oliveira. Pela primeira vez, foi visto no ecrã o verdadeiro Zé Pedro Vasconcelos, animado, descontraído, cheio de energia e sempre pronto a desconstruir o guião. Já fazia falta. Uma nota positiva vai também para a equipa de jurados, que cada vez mais funcionam como isso mesmo - uma equipa.

A votação do público ditou um TOP 3  constituído pelo grupo de rumba flamenca Sangre Ibérico, pelo pole dancer Hélio Fernandes e pelo acordeonista António Ledo. O grupo que trouxe uma nova roupagem ao fado garantiu o acesso directo à final depois de ser o mais votado do público. Já a escolha do segundo finalista, e em consequência do primeiro empate na temporada, coube também ao público e recaiu sobre o jovem acordeonista, o segundo mais votado.


Na derradeira emissão do talent show, marcada para maio, marcam já presença Micaela, Mariana e Alfredo, Luísa Martins, Pedro e InêsContraponto, Francisco Mousinho, Sangre Ibérico e António Ledo.


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